E pronto, já sou oficialmente caloiro! Fiz ontem a matrícula. Agora espero voltar a actualizar este blog, com outra frequência. Só tenho mesmo que instalar o Windows 7... depois disso.
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Se virem o Doomsday, não o deixem entrar.


sempre para trás os colegas e fundamentalmente alguns amigos que estas coisas sempre trazem.









achorra para dois telemóveis. Só tenho coisas boas - até agora - a dizer da minha nova rede e fundamentalmente do meu novo tarifário. Sendo a Lois a pessoa para quem mais eu ligo/mando sms, e tendo ela mudado de rede comigo, isto vai-me trazer uma poupança bestial. Como já devem saber, o Tag exige um carregamento obrigatório de 10 euros por 30 dias, mas cujo valor reverte como saldo a gastar para outras redes. Ora eu gastava uns 15 / 20 euros por mês com o meu tarifário TMN que me dava Sms's gratuitos - Moche obrigaria-me a gastar o mesmo ou senão mais. Agora por 10 euros tenho sempre sms's, chamadas e mais coisas gratuitas para falar com Lois e com alguns dos meus amigos tendo sempre os mesmos 10 euros para gastar para o resto. Para além disso, tenho o Messenger para o telefone gratuito e uma aplicação Web-Phone da optimus que me permite transformar o pc no meu telemovel, através da Internet - e eu que vou a Espanha com frequencia - mais uma vantagem pessoal. Dos três, é claramente o tarifário com mais vantagens, sendo a única desvantagem o facto de existirem menos clientes Optimus. Paciencia, pode ser que mude. Mas para já, serve o meu propósito. Poderá vir a servir ainda mais, no futuro.
Saiu o último dos quatro filmes de Futurama. E já o vi, como é óbvio! Into the Wild Green Yonder está muito bom e só faz com que deseje mais umas quantas temporadas da série. História muito centrada no Fry e na Leelaa. Infelizmente o Zoidberg aparece pouquinho. Mas não importa. Obrigatório para fans da série.
Cada dia que passo constato que por mais governos e pessoas que mandem, este país continuara sempre na mesma, como já vem sendo seu apanágio há muitos e muitos anos, sempre em crise. Porquê? Porque está na genese do nosso povo - que eu tanto admiro em muitos pontos - querer ser mais esperto que toda a gente. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que não há dia nenhum que passe que no meu local de trabalho não me venham pedir facturas com descrições mirabulantes. Aqui há uns dias, uma senhora queria que lhe tirasse uma factura de uma compra na Carolina Herrera, de 500 euros, com a descrição: "Farda", tirando a factura com o contribuinte de uma empresa. Isto é apenas um dos exemplos, dos milhentos que tenho. Imaginam o dinheiro que se perde a verificiar estes pequenos fraudes? Dinheiro, tempo, burocracias, etc. Agora transportem este exemplo para todos os extractos da sociedade portuguesa. Como pode este ser um país sério? É impossível. E as pessoas querem politicos honestos quando elas próprias não são honestas? Que hipócrisia. É uma aproximação um bocado redutora de todos os problemas, mas acho que faz parte do grande problema, deste país e nunca será diferente.
demais. Adoro os irmãos Coen e considero-os dos meus realizadores preferidos. Considero também, de uma forma também redutora, que eles têm muito gosto por utilizar duas formulas: Uma intriga que une quase sempre todos os personagens de forma directa ou indirecta na conclusão do tema, mas sob duas variantes. Variante A) em que o filme é completamente cómico e variante B) em que o filme é extremamente negro.
Apeteceu-me repetir o titulo do post. Bem-vindos a 2009! A todos. Bem-vindos 12 dias mais tarde, mas foi o que se pode arranjar. É o costume.
Li um livro brutal no ano passado. Nem sei até se já falei nele aqui, mas se já falei volto a mencionar. Chama-se "A Primeira Aldeia Global" e é um livro sobre "Como Portugal mudou o mundo". É de um senhor chamado Martin Page, que já faleceu. O livro faz uma especie de resenha histórica sobre a importância que Portugal teve no resto do mundo e onde ela se refletiu e até ainda onde hoje mesmo se reflete. Para além disto tudo é um óptimo livro para quem gosta de História e eu adoro. Soma-se a isto tudo o facto de estar escrito de uma forma que proporciona uma leitura bastante fácil e divertida.